O trabalho de design instrucional na UNIVESP é tema de palestra na UNICAMP

Escrito em branco, em fundo roxo e verde: Palestra: Design Instrucional na Univesp. Em fundo cinza claro, logo da Univesp.

“Design instrucional: o case da UNIVESP” foi o tema de uma palestra realizada na manhã de 14/11, quinta-feira, no auditório do GGBS/UNICAMP. Organizada pelo GGTE (Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais) com apoio do EA2 (Espaço de Apoio ao Ensino e Aprendizagem), a palestra foi proferida por Alfredo Salvador Vieira Coelho, que integra a equipe de designers instrucionais (DI) da UNIVESP.

“O professor Bruno S. Masiero, do GGTE, foi quem me fez o convite”, contou Alfredo, “por indicação do professor Marco Antonio Garcia de Carvalho, também do GGTE, que eu estou acompanhando neste quarto bimestre na produção da disciplina Computação Gráfica aqui da UNIVESP”.

Palestras ou oficinas têm sido organizadas pelo EA2 ao longo de todo este ano, com uma participação média de 40 pessoas. Abertos para toda a comunidade da UNICAMP, o público alvo desses eventos são docentes e alunos de pós-graduação (futuros docentes). “Nós do GGTE organizamos duas palestras neste semestre, dentro do contexto de palestras do EA², com foco em ensino híbrido: esta, sobre design instrucional, e a oficina Gravando minha própria videoaula com Daniel Furtado”, informou o professor Bruno.

A palestra foi dividida em dois blocos. “No primeiro, procurei mostrar como algumas questões importantes são recorrentes, isto é, sempre estiveram presentes na história humana: a questão da relação entre educador e educando, tendo o conhecimento de alguma coisa como ponto de contato dessa relação; e como se dá a experiência de espaço e de tempo na educação, tendo a tecnologia como mediação”, disse Alfredo. “Para o segundo bloco, fiz uso de dois materiais que a nossa equipe tinha preparado em outras ocasiões para apresentar nosso trabalho, destacando a importância do trabalho do DI dentro do processo de produção da disciplina; e conclui mostrando o trabalho que realizamos com os REAs, isto é, recursos educacionais abertos”.